Este projeto surge na sequência de, nos últimos três anos, ter existido “uma emergência de diferentes tratamentos no espaço de doença metastizada sensível à castração”, mostrando que “a intensificação de tratamento comparativamente a hormonoterapia cursa com melhoria de todos os endpoints importantes”, contextualizou o médico oncologista. Uma das combinações – explicou – é de hormonoterapia com abiraterona.
Não existindo preditores de resposta suficientes a este tratamento intensificado, a pergunta que originou o estudo foi “será que o PSA nos consegue ajudar enquanto fator preditivo de resposta?”, esclareceu o Dr. Pedro Barata, complementando que para tal foi identificada uma coorte de 130 doentes sujeitos a tratamento intensificado entre 2017 e 2019, em Cleveland.
Após a avaliação dos resultados, que mostraram a relevância do PSA na gestão dos doentes, o Dr. Pedro Barata concluiu que “o PSA é um marcador que está disponível e poder ser útil ao monitorizarmos doentes tratados com abiraterona e hormonoterapia como forma de predizer o que vai acontecer meses a anos mais tarde e ajudar a ter um plano B e C”.
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